Quando o idioma é um privilégio, o crescimento também é
E é isso que queremos mudar.
No Brasil, as mulheres empreendedoras ganham 20% menos que os homens, apesar de terem um nível maior de escolaridade. Além disso, menos de 5% das startups lideradas por mulheres atingem um faturamento de seis dígitos, dificultando seu crescimento. Fundadoras negras enfrentam desafios ainda maiores, pois 50% abrem seu negócio por necessidade, não por oportunidade.*










